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FESTA DE INAUGURAÇÃO EQTA -PINHÕES

FESTA DE INAUGURAÇÃO EQTA -PINHÕES

O projeto Área Criativa tem como proposta a realização de um processo formativo que culmine na construção de um espaço cultural destinado ao encontro, produção, formação, intercâmbio e experimentação artística. O espaço é desenhado, construído e gerido coletivamente pelos participantes e pela equipe do projeto.

O projeto aconteceu pela primeira vez em 2015 na cidade de Pedra Azul no Vale do Jequitinhonha. Alguns jovens moradores de Pinhões ao conhecer o projeto em 2016 desejaram realizar um espaço semelhante. Com uma verba reduzida, mas com uma imensa vontade, o projeto teve início com a construção de um teto que foi batizado de EQTA – Espaço Quilombola Teto Aberto.

Para continuar o processo inscrevemos o projeto no programa Rumos Itaú Cultural 2017-2018 e dentre mais de 12.000 projetos inscritos a Área Criativa de Pinhões foi um dos 109 selecionados. Agora a ideia é continuar a construção e dar vida ao EQTA com uma programação pensada e realizada coletivamente.

No próximo dia 15/06 será inaugurada a ampliação do Teto construído em 2016, com novas edificações que foram resultado da oficina de arquitetura. Depois de um processo de escuta dos desejos de algumas pessoas da comunidade o grupo desenhou e construiu o espaço que iremos ocupar com muitas atividades a partir de sábado.

Esperamos por todos!!!

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Oficina de Música

Oficina de Música

Durante o processo de construção do espaço cultural Área Criativa foram realizadas diversas atividades, residências, oficinas, apresentações de dança, música, teatro, circo etc. Depois dessas diferentes experiências perguntamos às crianças e adolescentes, sempre presentes no espaço, qual oficina eles gostariam de fazer e as respostas que mais ouvimos foi música e circo.

Oficinas escolhidas, buscamos um educador para iniciar os trabalhos na Área Criativa. Decidimos convidar Kennedy David Aguilar, artista e educador, para a tarefa de desenvolver oficinas de música para as crianças. O som dos tambores e caixas foram o chamado para o início da oficina, que teve a presença de quase 60 crianças e adolescentes se revezando para tocar os instrumentos. O trabalho de Kennedy acontece há alguns meses e a fanfarra formada na oficina já está se apresentando em diversos eventos da cidade.

Nesse primeiro momento, a ideia era começar somente a oficina de música, mas como Kennedy tem várias habilidades e também trabalha com circo, ele decidiu começar a oficina de circo, que já tem um grupo formado e em breve inicia apresentações pela região.

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Oficina de Cianotipia

Oficina de Cianotipia

Desde o início, havia o interesse pela possibilidade de fazer crescer as iniciativas de enriquecimento cultural e formação de público da cidade, principalmente no âmbito das Artes Visuais, uma vez que um dos artistas é natural do município. Para interagirmos de forma lúdica com as crianças e adolescentes que habitam o entorno do espaço do Área Criativa – e que, quase diariamente, visitam o local – decidimos realizar uma oficina de cianotipia.

Convidamos as crianças que estavam ali para fazer conosco um experimento que resultaria em fotografias de um jeito que elas nunca haviam visto. Procuramos uma forma de explicar o processo do cianótipo sem muitos termos técnicos, deixando-os curiosos com a ideia de ver o sol fazer um desenho.

Achamos que seria mais interessante e enriquecedor para elas se passássemos por todas as etapas da realização da cianotipia. Como é necessário deixar o papel emulsionado secar antes de expor ao sol, decidimos passar os químicos em algumas folhas na noite anterior, para utilizá-las enquanto as folhas emulsionadas pelas próprias crianças secavam.

Incentivamos as crianças a coletarem objetos como pedras, folhas, gravetos e outros materiais ao redor do espaço do Área Criativa, para fazerem suas cianotipias. Nesse processo de busca pelo que seria “fotografado”, acompanhamos e ajudamos cada um a escolher o que funcionaria e o que não funcionaria, deixando também a margem de dúvida para que elas pudessem ver as diferenças entre fazer o fotograma de um objeto translúcido e de um objeto opaco.

Nos separamos para fazer as exposições ao sol com placas de vidro e a lavagem dos papéis ao mesmo tempo, assim, cada criança poderia participar de todas as etapas: primeiro coletando os objetos, colocando-os sobre o papel emulsionado e, depois, lavando os papéis e prendendo-os ao varal. Ao final, as crianças puderam levar suas imagens para casa.

.:grão

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OFICINA DE PROCESSING

OFICINA DE PROCESSING

Compreender o funcionamento e a lógica de programação é fundamental para um posicionamento mais crítico sobre os meios digitais. As redes sociais, aplicativos e outras plataformas de interação são programados para um determinado funcionamento, interação, organização, classificação, visibilidade ou invisibilidade gerando consequências concretas em nossas vidas. Quanto mais nos conectamos mais sofremos estes impactos.

Processing é software flexível e uma linguagem para aprender a codificar dentro do contexto das artes visuais. O artista e arquiteto Alexandre Campos é um estudioso de Processing e se utiliza deste programa para gerar trabalhos poéticos e desenvolver processos criativos e educativos com jovens. Durante sua residência no espaço cultural Área Criativa o artista ofereceu uma oficina introdutória ao Processing aos meninos e meninas de Pedra Azul.

Esta experiência teve como propósito gerar uma curiosidade sobre o universo da programação através de exercícios simples que geravam imagens, animações e dispositivos lúdicos que permitiu aos participantes conhecerem um pouco mais do mundo dos códigos .

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OFICINA DE OCUPAÇÃO

OFICINA DE OCUPAÇÃO

A oficina de Ocupação tinha como objetivo formar um grupo de pessoas interessadas em criar juntas um espaço cultural. Nos encontros apresentamos a proposta da Área Criativa e convidamos os adolescentes e jovens da cidade a imaginarem o espaço, as atividades que ali poderiam acontecer, formas de funcionamento e manutenção.

Para facilitar o processo, dividimos a oficina em três módulos: 1. Levantamento das possibilidades e atividades a serem desenvolvidas. 2. Mapeamento dos agentes culturais da cidade, suas demandas e possíveis formas de participação do projeto. 3. Planejamento, gestão e produção de um espaço cultural.

Como primeiro exercício, os participantes da oficina deveriam planejar uma ação para criar uma conexão com a vizinhança. A oficina aconteceu paralelamente à construção, de modo que a única parte pronta, nesse momento, era o piso. Para essa ação o grupo tinha um orçamento pequeno e o apoio da equipe do projeto. Os meninos e meninas resolveram fazer um cine-churrasco. O grupo dividiu as tarefas e em poucas horas o carvão já estava aceso e o isopor cheio de refrigerante. As crianças do bairro compareceram em peso e, logo, o cine-churrasco virou uma grande brincadeira.

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OFICINA DE ROLIMÃ

OFICINA DE ROLIMÃ

A oficina de Rolimã foi um proposta do Will Nascimento para construir com as crianças seus próprios brinquedos. Feito com caixotes de feira, pedaços de mangueira e os famosos rolimãs, os pequenos carrinhos ganharam a rampa da Área Criativa e deslizavam pelas ladeiras de Pedra Azul. A oficina tinha como proposta incentivar os meninos e meninas a criarem seus próprios brinquedos, com matérias que eles poderiam conseguir pela cidade. Will junto com os adolescentes e jovens continuaram a desenvolver oficinas e atividades na Área Criativa como roda de leitura, oficina de Fotografia e cineclube.